É assim que metemos o metal em forma

Sejam parafusos ou outros elementos de fixação: com o nosso saber-fazer em matéria de moldagem a quente e a frio conseguimos inclusivamente realizar projetos complicados do ponto de vista técnico a custos muito acessíveis.

A moldagem ou conformação dos metais oferece hoje em dia inúmeras possibilidades. No passado, a forma final a dar ao metal só era conseguida mediante um processo subsequente de desbaste. Hoje em dia já é possível dar aos metais a forma desejada através de novos métodos de moldagem. Desse modo é possível realizar poupanças que podem chegar aos 60%. Um potencial que se faz notar especialmente no caso de grandes encomendas de mais de 5.000 unidades.
Moldagem a frio -

Moldagem a frio

Aqui notam-se em particular as vantagens do maior número de peças que as máquinas conseguem produzir e do menor consumo de material. No caso da moldagem a frio, consoante o tipo de máquina e de requisitos do produto final, é possível fabricar peças com diâmetros que vão dos 3 aos 24 mm e com comprimentos que podem atingir 1.500 mm.
Moldagem a quente -

Moldagem a quente

Quando a moldagem a frio atinge os seus limites, temos sempre a possibilidade de recorrer à nossa própria prensa quente para aí realizar os processos de moldagem mais exigentes. Aí é possível fabricar elementos de fixação com um diâmetro que poderá ir até aos 30 mm e um comprimento máximo de 600 mm.

Retificação posterior

Num processo de transformação subsequente, é possível introduzir ainda na peça fabricada determinadas características que lhe são específicas como, por exemplo, furos transversais, pontas, ranhuras, estrias, etc.
Para saber mais sobre a variedade de processos de transformação final consulte o ponto Acabamentos.